Tele Minas Saúde continua investindo alto para malhorar a qualidade no estado
Os investimentos são de R$ 11 milhões de Reais
O Governo de Minas investiu, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), somente em 2010, mais de R$ 11 milhões no Tele Minas Saúde (Telessaúde), programa que permite o intercâmbio de conhecimentos e experiências que tem salvado as vidas de pessoas que vivem em 507 municípios mineiros.
Graças ao programa, moradores de cidades distantes da capital têm a possibilidade de fazer eletrocardiogramas à distância e de obter uma segunda opinião, por meio das teleconsultorias, em mais de 20 especialidades médicas, não precisando mais esperar por vagas nos grandes hospitais.
O serviço de teleconsultoria também está solucionando boa parte da demanda no serviço local de saúde, evitando encaminhamentos para os centros especializados e reduzindo o tempo de espera para o diagnóstico de doenças, trazendo economia para o sistema de saúde e melhoria do acesso da população aos cuidados especializados. Desde 2006 foram realizados, aproximadamente, 15 mil teleconsultas e mais de 470 mil eletrocardiogramas, o que resultou em uma queda de 10% de encaminhamentos de pacientes a outros municípios.
Outro importante benefício que o Telessaúde proporciona é a atualização permanente dos profissionais. “A cada segunda opinião emitida e discussão de caso clínico, ocorre um processo automático de aprendizado e atualização profissional,” explica o assessor de Gestão Regional da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e coordenador do Telessaúde, Fernando Leles.
A capacitação em Telessaúde também está promovendo a inclusão digital dos profissionais de saúde que trabalham em regiões remotas e isoladas, sendo, em alguns casos, a única ferramenta que o profissional de saúde tem para discussão dos casos clínicos. E os benefícios não param por aí.
De acordo com a assessora de projetos do Hospital das Clínicas (HC), Mônica Pena, estudos econômicos realizados pelo Centro de Telessaúde do HC mostram que uma atividade de telessaúde custa cerca de 10 vezes menos que o encaminhamento do paciente a outro nível de atenção. “Atualmente, o governo gasta cerca de R$ 80,00 para encaminhar um paciente de um município a outro. Com o Telessaúde, a despesa cai para R$ 6,00”, conta.
Secom
Graças ao programa, moradores de cidades distantes da capital têm a possibilidade de fazer eletrocardiogramas à distância e de obter uma segunda opinião, por meio das teleconsultorias, em mais de 20 especialidades médicas, não precisando mais esperar por vagas nos grandes hospitais.
O serviço de teleconsultoria também está solucionando boa parte da demanda no serviço local de saúde, evitando encaminhamentos para os centros especializados e reduzindo o tempo de espera para o diagnóstico de doenças, trazendo economia para o sistema de saúde e melhoria do acesso da população aos cuidados especializados. Desde 2006 foram realizados, aproximadamente, 15 mil teleconsultas e mais de 470 mil eletrocardiogramas, o que resultou em uma queda de 10% de encaminhamentos de pacientes a outros municípios.
Outro importante benefício que o Telessaúde proporciona é a atualização permanente dos profissionais. “A cada segunda opinião emitida e discussão de caso clínico, ocorre um processo automático de aprendizado e atualização profissional,” explica o assessor de Gestão Regional da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e coordenador do Telessaúde, Fernando Leles.
A capacitação em Telessaúde também está promovendo a inclusão digital dos profissionais de saúde que trabalham em regiões remotas e isoladas, sendo, em alguns casos, a única ferramenta que o profissional de saúde tem para discussão dos casos clínicos. E os benefícios não param por aí.
De acordo com a assessora de projetos do Hospital das Clínicas (HC), Mônica Pena, estudos econômicos realizados pelo Centro de Telessaúde do HC mostram que uma atividade de telessaúde custa cerca de 10 vezes menos que o encaminhamento do paciente a outro nível de atenção. “Atualmente, o governo gasta cerca de R$ 80,00 para encaminhar um paciente de um município a outro. Com o Telessaúde, a despesa cai para R$ 6,00”, conta.
Secom
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